Ciclos de Mercado: Como Identificar em Qual Fase Estamos

Uma das maiores vantagens de um investidor não é prever o futuro, mas entender o momento do mercado. Os preços dos ativos raramente se movem em linha reta. Em vez disso, eles passam por ciclos impulsionados por fatores econômicos e, principalmente, pelo comportamento humano.

Benjamin Graham dizia que, no curto prazo, o mercado é uma máquina de votar; no longo prazo, uma máquina de pesar. Isso acontece porque emoções como medo e ganância fazem os preços se afastarem do valor justo durante boa parte do tempo.

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As quatro fases do ciclo

1. Desespero

É o momento em que as notícias são extremamente negativas, investidores vendem a qualquer preço e muitos acreditam que "dessa vez é diferente". Historicamente, é quando surgem as melhores oportunidades para quem investe pensando no longo prazo.

Sinais:

  • Manchetes pessimistas.
  • Quedas acentuadas nas bolsas.
  • Juros elevados e pouco apetite por risco.
  • Ativos negociando com grande desconto.

2. Recuperação

A economia começa a mostrar sinais de melhora, mas o sentimento ainda é de cautela. Os investidores mais pacientes iniciam suas compras antes da maioria perceber a mudança.

Sinais:

  • Resultados das empresas melhorando.
  • Juros estabilizando ou iniciando queda.
  • Valuations ainda atrativos.

3. Euforia

Os preços sobem continuamente, o otimismo domina o mercado e cresce a sensação de que "investir ficou fácil". Nessa fase, muitos investidores entram apenas porque os preços continuam subindo.

Sinais:

  • Múltiplos elevados.
  • Grande fluxo para renda variável.
  • IPOs frequentes.
  • Forte presença de investidores iniciantes.

4. Correção

Quando as expectativas ficam exageradas, basta uma decepção para iniciar uma realização de lucros. O ciclo então recomeça.

Como identificar o estágio atual?

Nenhum indicador é perfeito, mas alguns ajudam bastante:

  • Valuation: empresas negociando muito acima ou abaixo da média histórica.
  • Taxa de juros: juros elevados normalmente pressionam os preços dos ativos; juros em queda costumam favorecer renda variável.
  • Sentimento do mercado: excesso de otimismo costuma anteceder correções, enquanto excesso de pessimismo frequentemente cria oportunidades.
  • Fluxo de capital: observar para onde os investidores estão direcionando recursos.

Em que fase estamos hoje?

O cenário de julho de 2026 parece mais próximo de uma fase intermediária entre recuperação e maturidade, e não de uma euforia clássica.

PL Histórico do Ibovespa 

https://www.oceans14.com.br/acoes/historico-pl-bovespa

Taxa de Juros

A Selic voltou para um patamar próximo de 15% ao ano, apesar das quedas recentes, ainda um dos mais elevados da última década.

O IBC-Br (uma proxy do PIB) continua crescendo em 12 meses, porém a curva perdeu força.

A taxa de desemprego caiu significativamente desde 2021 e permanece em níveis historicamente baixos, aqui eu abro um parênteses, pois tem muita gente na informalidade sem procurar emprego formal.

Depois da forte expansão de 2024 e início de 2025, a concessão de crédito perdeu intensidade. 

https://www.bcb.gov.br/estatisticas


Fluxo de Capital

No acumulado de 2026 até junho:

  • Renda Fixa: +R$ 108,4 bilhões
  • ETFs: +R$ 32,5 bilhões
  • Fundos de Ações: -R$ 6,5 bilhões
  • Multimercados: -R$ 9,9 bilhões 

Esse comportamento indica que o dinheiro continua migrando para ativos de menor risco. Em um verdadeiro mercado de euforia, normalmente ocorre o contrário: investidores retiram recursos da renda fixa para aumentar exposição à bolsa. 

Os ETFs receberam uma captação muito expressiva. 

https://data.anbima.com.br/publicacoes/boletim-de-fundos-de-investimento/fundos-de-investimento-registram-saida-liquida-de-53-bilhoes-em-junho

Há valorização dos ativos em relação aos anos anteriores, porém o comportamento dos investidores ainda é predominantemente cauteloso. A forte preferência por fundos de renda fixa e ETFs, aliada à continuidade dos resgates em fundos de ações, indica que ainda não há uma migração ampla para ativos de maior risco, característica típica de períodos de euforia.  

No exterior, especialmente nos Estados Unidos, parte das empresas de tecnologia já apresenta avaliações bastante elevadas, enquanto setores mais tradicionais permanecem com preços mais moderados. Isso significa que o mercado não transmite uma mensagem única: existem bolsões de euforia (principalmente em algumas empresas ligadas à inteligência artificial) convivendo com ativos que ainda oferecem margens de segurança interessantes. Para o investidor fundamentalista, esse costuma ser um ambiente em que a seletividade faz muito mais diferença do que simplesmente "comprar o mercado".

Outros Fatores

Além dos indicadores econômicos e do fluxo de capital, existem fatores estruturais que ajudam a explicar por que o mercado brasileiro ainda não vive um ambiente típico de euforia.

Política fiscal

A trajetória das contas públicas continua sendo uma das maiores preocupações dos investidores. Um déficit fiscal persistente e o crescimento da dívida pública aumentam a percepção de risco do país, pressionando a curva de juros e reduzindo o valor presente dos ativos financeiros.

Enquanto houver dúvidas sobre a sustentabilidade fiscal, é difícil que o mercado entre em um ciclo prolongado de otimismo.

Eleições

À medida que as eleições presidenciais de 2026 se aproximam, cresce a incerteza em relação à condução da política econômica nos próximos anos. O mercado costuma reagir menos ao resultado em si e mais à imprevisibilidade sobre temas como responsabilidade fiscal, reformas estruturais e estabilidade institucional.

Historicamente, períodos eleitorais aumentam a volatilidade dos ativos.

Demografia

O Brasil vive uma mudança demográfica importante: a população está envelhecendo e a taxa de natalidade vem diminuindo. Esse processo reduz o crescimento potencial da força de trabalho e aumenta os desafios para a Previdência Social e para as contas públicas.

Por outro lado, o envelhecimento também altera o perfil dos investidores. Uma parcela crescente da população tende a priorizar aplicações de menor risco e geração de renda, favorecendo ativos como títulos públicos, debêntures incentivadas e fundos imobiliários.

Endividamento

O elevado nível de endividamento das famílias e das empresas limita a capacidade de consumo e investimento. Com juros elevados, uma parcela maior da renda é destinada ao pagamento de financiamentos, reduzindo a demanda por bens e serviços e desacelerando a atividade econômica.

Esse cenário ajuda a explicar por que, mesmo com um mercado de trabalho relativamente forte, a expansão da economia ocorre de forma mais moderada.

A principal lição

Tentar adivinhar o topo ou o fundo do mercado é praticamente impossível. Em compensação, reconhecer quando o sentimento está dominado pelo medo ou pela euforia pode melhorar significativamente a qualidade das decisões.

Como dizia Warren Buffett:

"Seja ganancioso quando os outros têm medo e tenha medo quando os outros são gananciosos."

Quem aprende a identificar os ciclos deixa de reagir às emoções do mercado e passa a utilizá-las a seu favor. 

Entender o ciclo não serve para tentar acertar o topo ou o fundo do mercado. Serve para ajustar expectativas, evitar decisões emocionais e identificar quando o risco e o retorno começam a ficar desequilibrados. Quanto mais disciplinado for o investidor durante as diferentes fases do ciclo, maiores serão as chances de construir patrimônio de forma consistente ao longo dos anos.

Conclusão

Quando analisamos todos esses fatores em conjunto, o cenário fica mais claro:

  • Política monetária: ainda restritiva (Selic elevada).
  • Fluxo de capital: predominância da renda fixa sobre ações.
  • Valuation: sem sinais de sobrevalorização generalizada.
  • Atividade econômica: crescimento positivo, porém desacelerando.
  • Mercado de trabalho: resiliente.
  • Política fiscal: ainda gera preocupação.
  • Eleições: aumentam a incerteza no curto prazo.
  • Demografia: reduz o potencial de crescimento de longo prazo.
  • Endividamento: limita a expansão do consumo e do investimento.

O conjunto dos indicadores analisados sugere que o mercado brasileiro está em uma fase de transição entre a recuperação e a maturidade do ciclo.


Indicador Situação Atual Leitura
💰 Selic Muito elevada Cautela
📊 Fluxo ANBIMA Renda fixa lidera Cautela
📉 Fundos de ações Resgates Ainda sem euforia
🏦 Crédito Caro Restritivo
👷 Desemprego Baixo Economia resiliente
📈 IBC-Br Crescimento desacelerando Maturidade
🏛️ Fiscal Preocupação Restritivo
🗳️ Eleições Incerteza Volatilidade
💹 Valuation Sem exageros Neutro / Positivo

A economia ainda cresce e o mercado de trabalho permanece resiliente, mas os juros elevados continuam limitando a expansão do crédito e incentivando os investidores a manterem uma postura cautelosa. Esse conjunto de indicadores não caracteriza um ambiente de euforia, e sim de otimismo moderado com seletividade, no qual ainda coexistem oportunidades em determinados ativos, mas sem o excesso de confiança típico do final de um ciclo de alta.

📌 Importante: o ciclo econômico e o ciclo do mercado financeiro nem sempre caminham juntos. A bolsa costuma antecipar os movimentos da economia em vários meses. Por isso, é possível que o mercado esteja subindo mesmo quando os indicadores econômicos ainda são fracos — e vice-versa.

Até o futuro! 

Taxa de Atratividade Mínima: o segredo por trás do preço justo de uma ação

Quando falamos em investir em ações ou fundos imobiliários, uma das perguntas mais importantes não é "qual empresa comprar?", mas sim:

"Quanto vale essa empresa para mim?"

Dois investidores podem analisar exatamente a mesma companhia e chegar a conclusões completamente diferentes sobre o preço máximo que estão dispostos a pagar. O motivo é simples: cada um possui uma Taxa de Atratividade Mínima (TAM) diferente.

É justamente essa taxa que transforma uma análise subjetiva em uma decisão baseada em números.

Neste artigo, você entenderá o que é a Taxa de Atratividade Mínima, como ela influencia o preço justo de um ativo e como utilizá-la em modelos bastante conhecidos, como o Modelo de Gordon e a Fórmula de Décio Bazin.

O que é a Taxa de Atratividade Mínima?

A Taxa de Atratividade Mínima é a rentabilidade anual mínima que você exige para investir em determinado ativo.

Em outras palavras, ela representa o retorno esperado para compensar os riscos daquele investimento.

Antes mesmo de analisar uma empresa, o investidor deveria responder à seguinte pergunta:

"Se meu dinheiro ficar investido durante muitos anos neste ativo, qual retorno mínimo considero satisfatório?"

Essa resposta será utilizada para calcular o preço justo ou preço teto do investimento.

Quanto maior for essa taxa:

  • menor será o preço máximo que você aceitará pagar;

  • maior será sua margem de segurança;

  • mais criterioso será o processo de seleção dos ativos.

Já uma taxa muito baixa pode fazer praticamente qualquer empresa parecer barata.

Como escolher sua Taxa de Atratividade?

Não existe uma taxa correta para todos os investidores.

Ela depende de diversos fatores, como:

  • taxa básica de juros (Selic);

  • inflação esperada;

  • risco do setor;

  • estabilidade dos lucros;

  • potencial de crescimento da empresa;

  • perfil do investidor.

Uma empresa consolidada, com décadas de distribuição de dividendos, normalmente aceita uma taxa menor do que uma empresa pequena, cíclica ou altamente endividada.

Da mesma forma, quando os juros da economia estão elevados, muitos investidores aumentam sua Taxa de Atratividade, já que existem alternativas mais seguras oferecendo retornos elevados.

Influência das Taxas do Tesouro Direto / Taxa SELIC

Um dos principais fatores que influenciam a definição da Taxa de Atratividade Mínima (TAM) é o nível das taxas de juros da economia, especialmente a taxa Selic e os títulos públicos negociados no Tesouro Direto. Afinal, esses investimentos são considerados praticamente livres de risco de crédito e servem como referência para o mercado. 
 
Se um título do Tesouro IPCA+ oferece, por exemplo, IPCA + 7% ao ano, dificilmente fará sentido investir em uma ação ou fundo imobiliário que apresente riscos significativamente maiores sem oferecer um retorno esperado superior. 
 
Da mesma forma, quando a Selic está elevada, aplicações conservadoras passam a remunerar melhor o investidor, aumentando o custo de oportunidade do capital e levando muitos investidores a elevar sua Taxa de Atratividade Mínima. 
 
Em contrapartida, em períodos de juros baixos, torna-se mais comum aceitar uma taxa de atratividade menor para investimentos em renda variável. Por isso, a TAM não deve ser vista como um valor fixo, mas sim como um parâmetro dinâmico, que acompanha as condições econômicas e as oportunidades disponíveis no mercado. 
 

Como a Taxa de Atratividade influencia o preço justo?

Imagine uma empresa que deverá pagar R$ 5,00 por ação em dividendos no próximo ano.

Se você exigir um retorno de 8% ao ano, estará disposto a pagar mais por essa ação do que alguém que exige 12%.

Isso acontece porque quanto maior o retorno esperado, menor precisa ser o preço de compra.

Esse conceito é utilizado em praticamente todos os modelos de valuation.

Modelo de Gordon

O Modelo de Gordon é um dos métodos mais utilizados para estimar o valor de empresas que apresentam crescimento estável dos dividendos.

Sua fórmula é:

Preço Justo = Dividendo Esperado ÷ (Taxa de Atratividade − Taxa de Crescimento)

Onde:

  • D = dividendo esperado para os próximos 12 meses;

  • r = taxa de atratividade;

  • g = crescimento esperado dos dividendos.

Exemplo

Imagine uma empresa que deverá distribuir R$ 5,00 em dividendos no próximo ano.

Você acredita que esses dividendos crescerão 4% ao ano e exige um retorno mínimo de 10%.

Temos:

Preço Justo = 5 ÷ (0,10 − 0,04)

Preço Justo = R$ 83,33

Agora imagine que você decida exigir 12% ao ano.

Preço Justo = 5 ÷ (0,12 − 0,04)

Preço Justo = R$ 62,50

A empresa continua exatamente a mesma.

O único fator alterado foi a sua expectativa de retorno.

A Fórmula de Décio Bazin

Um dos métodos mais populares entre investidores brasileiros foi desenvolvido por Décio Bazin em seu clássico livro Faça Fortuna com Ações. Estou devendo uma resenha desse livro aqui no blog, veja mais em Minha Biblioteca.

A lógica é extremamente simples:

Foto de Décio Bazin Fonte
Preço Teto = Dividendo Anual ÷ Taxa de Atratividade

Na época em que escreveu o livro, Bazin utilizava uma taxa de 6% ao ano como retorno mínimo aceitável.

Exemplo

Dividendos anuais:

R$ 3,00 por ação

Com taxa de 6%:

Preço Teto = 3 ÷ 0,06

Preço Teto = R$ 50,00

Caso você exija 8% ao ano:

Preço Teto = 3 ÷ 0,08

Preço Teto = R$ 37,50

Novamente percebemos como a Taxa de Atratividade altera completamente o preço máximo de compra.

Nenhuma fórmula prevê o futuro

É importante lembrar que tanto o Modelo de Gordon quanto a Fórmula de Bazin trabalham com estimativas.

Elas dependem de hipóteses sobre:

  • crescimento futuro;

  • capacidade de geração de caixa;

  • distribuição de dividendos;

  • estabilidade do negócio;

  • cenário econômico.

Por isso, o preço justo deve ser visto como uma referência, e não como um número absoluto.

O ideal é combinar diferentes metodologias e sempre buscar uma boa margem de segurança antes de investir.  

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Conheça a Calculadora de Preço Teto do Bilionário do Zero

Pensando em facilitar esses cálculos, desenvolvi uma Calculadora Simplificada de Preço Teto, disponível gratuitamente aqui no blog.

Ela permite simular rapidamente diferentes cenários alterando:

  • dividendos;

  • taxa de atratividade (taxa livre de risco + prêmio de risco);

A ferramenta reúne, de forma simples, conceitos utilizados por investidores fundamentalistas e ajuda a comparar diferentes ativos antes de tomar uma decisão.

👉 Acesse a calculadora:

https://bilionariodozero.blogspot.com/p/calculadora-de-preco-teto.html

Conclusão

Uma das maiores dificuldades de quem começa a investir é decidir se uma ação está cara ou barata.

A resposta depende menos do preço de mercado e muito mais da rentabilidade que você espera obter.

É justamente por isso que a Taxa de Atratividade Mínima é tão importante: ela transforma expectativas em números e ajuda o investidor a definir um preço máximo de compra de forma racional.

Ferramentas como o Modelo de Gordon e a Fórmula de Décio Bazin mostram que pequenas mudanças na taxa de retorno exigida podem alterar significativamente o preço justo de um ativo.

No fim das contas, investir bem não significa comprar qualquer empresa de qualidade. Significa comprar boas empresas por preços que ofereçam um retorno compatível com seus objetivos e uma margem de segurança adequada.

E lembre-se: o melhor investimento nem sempre é aquele que promete o maior retorno, mas aquele que oferece a melhor relação entre preço, risco e rentabilidade esperada.

Fechamento 87: Junho de 2026

Olá! Metade do ano já se foi!!

Mês de junho foi exaustivo, estudando e trabalhando muito, além de diversos compromissos com a sociedade e família, graças a Deus tudo dando certo.

Copom reduziu a taxa Selic para 14,25% a.a., apesar da pressão externa na inflação, eu concordo com o Copom, essa taxa alta só prejudica as empresas, pode baixar um pouco mais. A inflação está alta mais pelo aumento do custo dos combustíveis do que por economia aquecida, é inflação de custo não de demanda.

Transações 

Aportei 5 mil (reinvesti pra ser mais exato) na caixinha do nubank, que havia vencido no mês passado. Esta caixinha turbo rende 120% do CDI, vai vencer em 02/06/2027, mas talvez eu acabe resgatando antes, pois final de ano tenho algumas despesas extras previstas.

Em meados de junho vi as taxas do tesouro direto nas alturas, resolvi aportar mais um pouco no Educa+2042,  R$ 604,23. Neste dia também resolvi comprar mais 12 cotas do XPLG11, fiz um aporte de 1k e junto com proventos foi o suficiente pra liquidar o negócio.

Mais próximo do final do mês olhei os saldos nas contas, resolvi reinvestir os proventos recebidos, comprei 28 ações preferenciais da Sanepar, para completar 600 ações SAPR4. No exterior reinvesti no XLRE, ETF de REITS, dá uma pena ver 30% dos rendimentos indo para o governo americano, mas é isso aí...

Extrato Dividendos recebidos exterior

Ordem de compra XLRE

  

Transações

Rentabilidade 

O total aportado foi de R$ 6.604,22. A rentabilidade ficou negativa em 1,69% pelas minhas contas.

Planilha de Controle Metas

Com isso ainda estou abaixo da meta de valor acumulado, acho que este ano vai ser difícil bater, acabei gastando muito com impostos e saúde no primeiro semestre, e no segundo ainda tem mais. 

As ações caíram no final do mês, as taxas do tesouro foi uma montanha russa, só o exterior que foi bem, dólar subiu.
 


 

Proventos

 Recebi 684,86 segundo status invest.


 

 E é mais ou menos isso aí, pelo que tenho previsto para o segundo semestre, provavelmente não vou conseguir atingir a meta de aportes de 3k mensais, mas com sorte talvez a meta de capital acumulado ainda seja possível de alcançar.

Até o futuro! 

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