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A evolução dos dividendos dos FIIs da minha carteira

Um dos principais motivos que me fizeram investir em Fundos Imobiliários foi a previsibilidade da geração de renda. Mais importante do que olhar apenas o dividend yield do momento é acompanhar como cada fundo consegue manter ou aumentar seus dividendos ao longo dos anos. Esse histórico mostra a qualidade dos ativos, a capacidade da gestão e a resiliência diante de diferentes ciclos econômicos.

Analisando os FIIs da minha carteira, fica evidente que a maioria deles conseguiu atravessar períodos bastante desafiadores: pandemia, alta da inflação e juros elevados, mantendo uma trajetória consistente de distribuição de rendimentos. 

XPML11 – A recuperação após a pandemia

O XPML11 possui um histórico interessante por mostrar claramente o impacto da pandemia sobre o setor de shopping centers. Em 2020 houve uma forte redução dos dividendos devido ao fechamento temporário dos shoppings.

Entretanto, a recuperação foi rápida. Já em 2022 os dividendos retornaram aos níveis anteriores e, em 2024 e 2025, atingiram os maiores valores da história do fundo, superando R$ 11 anuais por cota.

Essa recuperação demonstra não apenas a resiliência dos shoppings brasileiros, mas também a qualidade dos ativos administrados pela XP Asset.

https://investidor10.com.br/fiis/XPML11/

XPLG11 – Evolução gradual da renda

O XPLG11 apresenta uma trajetória praticamente contínua de crescimento. Desde sua estabilização em 2019, os dividendos aumentaram ano após ano, passando da faixa de R$ 7 para quase R$ 10 anuais em 2025.

Esse crescimento demonstra a qualidade dos ativos logísticos e o sucesso da gestão na expansão do portfólio. Além disso, o fundo negocia com um desconto relevante em relação ao patrimônio (P/VP de 0,87), oferecendo uma combinação interessante entre renda e potencial de valorização.

https://investidor10.com.br/fiis/XPLG11/

HGLG11 – Logística de alta qualidade

O HGLG11 teve um crescimento expressivo entre 2020 e 2022, período em que o segmento logístico viveu um forte aquecimento impulsionado pelo comércio eletrônico.

Após atingir um pico em 2022, os dividendos permaneceram em um patamar elevado durante 2023, 2024 e 2025, ao redor de R$ 13 anuais. Essa estabilidade mostra que, mesmo após o boom do setor, o fundo conseguiu preservar sua capacidade de geração de renda.

https://investidor10.com.br/fiis/HGLG11/

 

KNRI11 – Crescimento consistente ao longo do tempo

O KNRI11 é um excelente exemplo de fundo maduro. Entre 2016 e 2020 os dividendos oscilaram entre aproximadamente R$ 8 e R$ 11 por cota ao ano, refletindo um período de estabilidade. A partir de 2022 iniciou uma nova fase de crescimento, superando os R$ 12 anuais em 2023 e mantendo esse patamar em 2024 e 2025.

Mesmo sendo um fundo conhecido por sua gestão conservadora, conseguiu aumentar gradualmente a geração de caixa sem grandes oscilações. Hoje continua negociando abaixo do valor patrimonial (P/VP de 0,96), o que torna o preço ainda interessante para investidores de longo prazo.

investidor10.com.br/fiis/KNRI11/

HGRU11 – Um dos históricos mais consistentes

Entre todos os fundos da carteira, o HGRU11 talvez seja um dos exemplos mais claros de crescimento sustentável. Desde 2018 os dividendos praticamente triplicaram, passando de pouco mais de R$ 4 para aproximadamente R$ 12 anuais.

A estratégia focada em imóveis de varejo alimentar, educação e contratos de longo prazo proporcionou uma evolução bastante estável da renda, praticamente sem interrupções. Isso mostra como contratos bem estruturados conseguem proteger o fluxo de caixa mesmo em momentos econômicos difíceis.

https://investidor10.com.br/fiis/hgru11/


RECR11 (Antigo UBSR11) – Dividendos elevados, porém mais cíclicos

O RECR11 chama atenção pelo elevado nível de distribuição. Entre 2020 e 2022 houve forte crescimento dos dividendos, alcançando mais de R$ 13 anuais.

Nos últimos anos ocorreu uma normalização das distribuições, acompanhando principalmente a marcação a mercado dos ativos e a redução gradual dos juros futuros. Ainda assim, o fundo continua entre os maiores geradores de renda da carteira, oferecendo atualmente um dividend yield bastante elevado.

Como já comentei em outras análises do RECR11, é importante lembrar que fundos de papel tendem a apresentar maior volatilidade nos resultados quando comparados aos fundos de tijolo, inclusive já pensei em vender ele algumas vezes para reduzir o risco da carteira.

https://investidor10.com.br/fiis/recr11/

MXRF11 – Crescimento gradual e previsível

O MXRF11 apresenta uma das trajetórias mais lineares da carteira. Desde 2016 houve crescimento praticamente contínuo dos dividendos, atingindo seu pico em 2023.

Nos anos seguintes ocorreu apenas uma pequena acomodação, mas os pagamentos permaneceram próximos das máximas históricas.

Como fundo de papel, seus resultados acompanham mais diretamente o comportamento das taxas de juros e da inflação. Mesmo assim, conseguiu entregar uma evolução bastante consistente aos cotistas ao longo dos anos.

https://investidor10.com.br/fiis/MXRF11/

Lista dos FIIs da carteira e seus indicadores atuais

https://statusinvest.com.br/cliente/ativos-seguindo
 

Conclusão 

A análise mostra que, apesar dos diferentes ciclos econômicos, a maioria dos FIIs da carteira conseguiu manter ou ampliar sua capacidade de gerar renda ao longo do tempo. Mesmo enfrentando desafios como a pandemia, mudanças nos juros e crises em setores específicos, os fundos de melhor qualidade demonstraram resiliência e recuperação.

Vale destacar que este estudo analisou apenas a evolução dos dividendos distribuídos, sem considerar a valorização ou desvalorização das cotas ao longo do período. Portanto, ele não representa o retorno total (total return) dos investimentos. Uma análise mais completa deveria incluir também a variação do preço das cotas, além dos rendimentos recebidos.

Ainda assim, observar o histórico de distribuição dos dividendos é uma ferramenta importante para entender a consistência dos fundos e a capacidade da gestão em gerar renda para os cotistas ao longo dos anos.

 

E os FIIs que saíram da carteira ao longo do caminho?

Nem todos os Fundos Imobiliários permanecem na carteira para sempre. Ao longo dos anos alguns ativos acabaram sendo vendidos, seja por mudanças estruturais nos próprios fundos, seja por decisões de gestão da carteira. Apesar disso, todos fizeram parte da minha trajetória como investidor e deixaram alguns aprendizados importantes.

A maior reorganização da carteira ocorreu em 2023. Na ocasião, aproveitei para revisar algumas posições e realizar um planejamento tributário. O prejuízo obtido com a venda do BRCR11 foi utilizado para compensar os lucros realizados em outros FIIs, reduzindo o imposto sobre ganho de capital. Após essa reorganização, alguns fundos deixaram definitivamente a carteira, enquanto outros continuaram fazendo parte da estratégia de longo prazo.

BRCR11 – Recuperação operacional, mas fora da carteira

O BRCR11 passou por anos difíceis, refletindo os desafios do mercado de escritórios. Os dividendos sofreram forte redução em relação aos primeiros anos do fundo e permaneceram em níveis inferiores desde então. Foi o principal fundo que motivou a reorganização da carteira em 2023, hoje é negociado com P/VP de 0,50, e faz tempo... 

Minha venda ocorreu principalmente por falta de confiança na gestão, se pesquisar na internet tem vários episódios antigos, provavelmente hoje a gestão é outra, mas a má fama ficou. Hoje acompanho sua evolução apenas como observador, enquanto a carteira segue direcionada para outros segmentos que considero mais alinhados aos meus objetivos.

https://investidor10.com.br/fiis/brcr11/

XPCM11 – Um exemplo de que nem todo FII dá certo

O XPCM11 talvez tenha sido um dos maiores aprendizados da minha carteira, inclusive tem vários posts dele aqui no blog. O fundo enfrentou sérios problemas após perder seu principal inquilino, o que provocou uma queda expressiva tanto na distribuição de dividendos quanto no valor das cotas.

Preferi encerrar a posição quando percebi que a recuperação seria longa e bastante incerta. Foi uma decisão difícil, mas reforçou uma lição importante: mesmo em Fundos Imobiliários existem riscos relevantes, especialmente quando há grande concentração de receita em um único imóvel ou locatário.

Lição principal: Fundo mono imóvel ou mono inquilino NUNCA MAIS!

https://investidor10.com.br/fiis/XPCM11/

GGRC11 – Venda por estratégia tributária

O GGRC11 sempre apresentou uma evolução bastante consistente dos dividendos. Após um período de crescimento gradual, os rendimentos estabilizaram em um patamar elevado, demonstrando a qualidade do portfólio logístico.

Acabei vendendo minha posição quando reestruturei a carteira de FIIs em 2023, aproveitei que a posição estava com lucro para realizar o ganho e utilizá-lo no planejamento tributário da carteira. Posteriormente, optei por não recomprar as cotas porque decidi aumentar minha exposição ao Tesouro IPCA+ e reorganizar a carteira.

 

https://investidor10.com.br/fiis/GGRC11/


HGRE11 – Um bom fundo que acabou saindo

O HGRE11 sempre foi um dos principais representantes do segmento de lajes corporativas. Apesar das dificuldades enfrentadas pelo mercado de escritórios durante e após a pandemia, o fundo conseguiu manter uma distribuição relativamente estável e, em 2025, voltou a apresentar dividendos bastante elevados.

Assim como ocorreu com outros FIIs da carteira, a venda fez parte da reorganização realizada em 2023. A posição apresentava lucro e sua realização permitiu compensar o prejuízo obtido na venda do BRCR11. Apesar de reconhecer a qualidade do HGRE11, optei por não voltar a investir no fundo após a reorganização da carteira.

https://investidor10.com.br/fiis/hgre11/

No geral o fundo tem pago rendimentos crescentes, talvez volte pra carteira no futuro.

HGBS11 – Um ciclo completo no segmento de shoppings

O HGBS11 foi um dos primeiros fundos de shopping centers da minha carteira e acompanhou diferentes fases do setor. Até 2019 apresentou uma evolução consistente dos dividendos, refletindo o bom momento dos shoppings brasileiros. Em 2020, porém, sofreu fortemente os impactos da pandemia, quando o fechamento temporário dos empreendimentos reduziu significativamente a geração de receita e, consequentemente, a distribuição de rendimentos.

Com a reabertura da economia, o fundo mostrou capacidade de recuperação. Entre 2022 e 2024 os dividendos voltaram a crescer e atingiram novos patamares, evidenciando a retomada das vendas e do fluxo de consumidores nos shoppings. 

Também vendi durante o processo de reorganização da carteira em 2023. O HGBS11 foi um investimento que cumpriu seu papel por muitos anos, mas que acabou cedendo espaço para outros ativos que, naquele momento, se mostravam mais alinhados à minha estratégia de longo prazo.

https://investidor10.com.br/fiis/hgbs11/

 

SAAG11 → incorporação pelo RBVA11

O SAAG11 foi um fundo que acompanhei por bastante tempo até sua incorporação pelo RBVA11. A fusão fez parte da reorganização promovida pela gestão, buscando aumentar a escala e melhorar a qualidade do portfólio.

Embora o fundo tenha deixado de existir, a operação mostrou como o mercado de FIIs está em constante evolução. Fusões e incorporações podem gerar ganhos de eficiência para os cotistas, ainda que isso signifique o desaparecimento de um ticker bastante conhecido.

 

https://investidor10.com.br/fiis/RBVA11/

 Olhando o gráfico do RBVA11, bastante estável no pagamento, com leve queda em anos recentes.

 

BBPO11 – Outro bom fundo que acabou saindo

O BBPO11 era um fundo de agências e prédios administrativos alugados ao Banco do Brasil por contratos atípicos de longo prazo, eu gostava muito dele, mas quando alguns bancões começaram a fechar agências eu resolvi vender, descobri que em hoje ele não existe mais, passou a se chamar TVRI11.

https://investidor10.com.br/fiis/tvri11/
 

Pelos rendimentos parece que a reestruturação foi boa.


O principal aprendizado

Uma das maiores lições que aprendi investindo em FIIs é que é fundamental estudar o histórico da gestora e do fundo antes de investir. Quando isso não é possível, uma boa alternativa é começar com aportes menores e acompanhar o desempenho ao longo do tempo, aumentando a posição apenas quando houver confiança na qualidade da gestão e dos ativos.

Em alguns casos,vendi FIIs porque os fundamentos mudaram, como ocorreu com o XPCM11. Em outros, faz parte da gestão da carteira e do planejamento tributário, permitindo compensar prejuízos e reduzir o imposto sobre operações lucrativas.

Também aprendi que errar faz parte do processo. Nem todo investimento dará o retorno esperado, e reconhecer isso cedo pode evitar perdas ainda maiores. Mais importante do que acertar todas as escolhas é aprender com cada decisão e evoluir como investidor. 

No fim das contas, a carteira deve evoluir junto com o investidor. Alguns fundos entram, outros saem, mas o objetivo permanece o mesmo: construir um patrimônio sólido e uma renda passiva crescente no longo prazo. 

 

Pra finalizar o post, essa imagem do site https://smartfolio.meusdividendos.com/free/ com os proventos recebidos de FIIs da minha carteira. 


  

Até o futuro!

Fechamento 72: R$ 168.484,43

 Olá pessoal!

Hoje liberou a declaração imposto de renda pré-preenchida, e confesso que estou um pouco decepcionado, não foi dessa vez que veio tudo certo, acho que apenas uns 20% dos dividendos, JCP, rendimentos de FIIs etc vieram preenchidos, muitas coisas estou fazendo manualmente. Também, se não tiver nada muito errado, parece que esse ano ainda terei IR a pagar, normalmente tinha pra restituir...

Possivelmente vou aderir a calculadora ReVar em algum momento deste ano, já baixei a planilha no portal do investidor da B3 pra me auxiliar na declaração e me ajudou bastante, pra ficar 100% tinha que ter os CNPJ, mas talvez dando autorização pra RF nos dados da B3 (REVAR), no ano que vem a declaração venha mais completa? 

Sobre o fechamento de março, fiquei positivo pouco mais de 1%. Novamente tivemos taxas acima de 8% no tesouro direto, em alguns títulos nessa última semana, então meus títulos públicos não subiram tanto, no exterior caiu tudo, mas no final o restante foi positivo e compensou as quedas.


 

Aportei pouco mais de 3 mil, 200 RE, 1000 LCI, um pouco de ações e FIIs, mais TD.


 La Evolución!

A diversificação por classes:


Até o futuro e que Deus abençoe a todos!

Negócios de Setembro


Olá!

Setembro está bastante movimentado e resolvi me antecipar um pouco, já trazendo os negócios realizados e alguns assuntos aleatórios, pro post de fechamento não ficar tão grande depois.

Negócios realizados 

Comprei mais 24 ações da MDIA3, por R$ 27,02 a unidade, total R$ 648,65, sendo 500 de aporte e o restante dividendos. Mesma lógica do mês anterior, comprei devido a acreditar que o preço está interessante, e também pra balancear a carteira de ações. Acumulei agora 89 ações dela, talvez eu compre mais 11 no mês que vem só pra fechar 100.

Comprei 2 cotas do FII KNRI11, reinvestindo os proventos recebidos. A escolha dessa vez foi com base no preço, ou viés de ancoragem, porque estava olhando o gráfico de cotação e vi que caiu bastante nos últimos dias, e minha compra anterior dele foi por R$ 160, em maio, então achei barato e comprei ele neste mês, por R$ 147,85 cada, total de R$ 295,70.

KNRI11em queda

Dando umas espiadas nos relatórios, me parece que essa queda tem relação com a última emissão do KNRI, e como é raro ver esse FII negociado abaixo do valor patrimonial, aproveitei.


Na parte de renda "fixa" quase igual mês passado, comprei mais Tesouro Educa+ 2041, valor aportado R$ 1297,35 nele, mais R$ 200,00 na caixinha da reserva de emergência e R$ 1.000,00 na LCI do banco inter com vencimento pra 1 ano, pagando 95% CDI.


As taxas do tesouro seguem atrativas, mas essa LCI isenta de IR chamou a minha atenção.

Recessão está próxima?

Recentemente tive a oportunidade de participar de 2 eventos com diversas palestras e visitas técnicas em algumas empresas, entre as visitas, uma cooperativa de crédito, onde conversando com o gerente ele apresentou esse gráfico abaixo.

https://fred.stlouisfed.org/series/T10Y3M

Basicamente, o gráfico mostra taxa dos títulos com vencimento de 10 anos menos títulos com vencimento de 3 meses, e as partes cinzas são recessões americanas. 

A lógica é, quando o curto prazo está tão cheio de incertezas que as taxas no curto prazo ficam maiores que as de longo prazo, geralmente há uma recessão próxima, e pelo gráfico já estamos a bastante tempo com essas taxas curtas maiores que as longas, o que por si só já é atípico, resta saber se a recessão vai chegar quando essas taxas voltarem a "normalidade".

Desta forma, talvez seja hora de começar aumentar o percentual da carteira em ativos mais seguros e com liquidez, aguardar as oportunidades que uma possível recessão poderá nos trazer na renda variável.

Assuntos Aleatórios

Também tivemos algumas notícias variadas do nosso governo, PIB crescendo, desemprego "em baixa", mas aí tem a questão do cidadão querer trabalhar... e ao mesmo tempo muitas tretas com "uso" de dinheiro esquecido pra cobrir déficit, STF criando tretas com X e Starlink, achei um tanto absurdo cobrar a dívida de uma empresa do caixa de outra porque tem o mesmo controlador, como ficam os outros sócios? Vi um comentário falando que nesse sentido, vão cobrar o rombo das Americanas da Ambev. 

Tirei um tempo pra brincar com gerador de imagens usando IA, testei o chaton.ai e o imagine.art, eles permitem gerar algumas gratuitamente, aí pedi pra criar uma árvore cheia de frutos, consegui algumas imagens bonitas depois de alguns testes, também usei o chatgpt e pedi pra ele melhorar a minha descrição, chegamos nisso: 

Uma imponente árvore frondosa ocupa o centro da imagem, com um tronco forte e galhos extensos que se espalham em todas as direções. A árvore está repleta de frutos de diferentes estágios de maturação.  Frutos Maduros: Estes frutos são grandes e de cores vibrantes como vermelho, laranja e dourado. Cada fruto maduro está marcado com o nome de empresas. As empresas listadas são: ..... O texto dos nomes das empresas está integrado de forma elegante na superfície dos frutos maduros, tornando a informação clara e destacada.  Frutos Verdes: Os frutos verdes são menores, com uma cor verde fresco, representando empresas em fase de crescimento. As empresas listadas nestes frutos são: .... Cada fruto verde tem o nome da empresa escrito de forma legível e atraente.  O fundo da imagem é um céu azul claro ou um campo verdejante, destacando a beleza e a vitalidade da árvore. A iluminação suave do sol realça os frutos e suas inscrições, criando uma atmosfera de crescimento e prosperidade.
Infelizmente não deu certo pra IA inserir os nomes dos ativos. Peguei a imagem que gostei mais e fui pro mspaint, onde adicionei o nome dos meus ativos manualmente 😋

Sempre quis fazer isso! Uma árvore de ativos!
Um dia quero ficar na sombra dela e colher os frutos
 

* Ambev e Lojas Quero Quero caíram do pé, porque talvez saiam da carteira nos próximos anos.

* RE: Reserva de Emergência ou Oportunidade

Até o futuro!

Fechamento 062 - Maio de 2024

Olá!

Este mês o resultado foi próximo de nulo, 0,82% na minha planilha, e adicionei um novo ativo em carteira, o Bradesco, conforme comentado neste post, e fiz a portabilidade dos investimentos em tesouro direto, tirando da XP e enviando para Nu invest, conforme este post, foi mais simples e fácil do que eu esperava.

Agora tenho:

  • FIIs na XP, 
  • Ações e ETF BR na Clear, 
  • Tesouro Direto e alguns CDB/RDB no Nubank/Nuinvest, 
  • ETF de REITs americanos no banco inter e 
  • ETFs de renda fixa e variável americanos na Avenue.
Que grande confusão, tudo pelos benefícios e menores taxas, nestes casos taxa zero e sem corretagens. 

 

Alocação e Evolução

O aporte total não bateu os exatos 3k planejados, agora que tenho TD no Nubank, não faço mais o TED pra compra, apenas comprei direto os títulos no valor aproximado.

Tabela resumo

Conforme visto na imagem acima, foi comprado títulos do governo, NTN-B Principal para os antigos, ou Tesouro IPCA+ 2045 para os mais novos, no valor de R$ 2295,67. Taxa IPCA +6,14%, voltei a comprar esse título porque estou achando muito boa essa taxa, o RENDA+ também está com a taxa próximo disso, vou ir comprando os dois conforme bate o vento eu troco de ideia.

KNRI11 comprei pra reinvestir os dividendos, antes eu comprava tudo em NTN-B, aporte + dividendos da XP, agora que separei TD da XP, voltei a reinvestir os dividendos nos FIIs mesmo.

E por último, a compra de 50 ações do Bradesco, neste mês de junho pretendo comprar mais 50 pra completar o lote de 100, depois vamos ver se sigo comprando mais ou compro um pouco das outras ações da carteira, vi que HYPE3 esteve caindo forte essa semana, ainda não entendi o motivo, talvez compre mais dela, veremos como estará o vento em julho.

Até o futuro!

Aporte de Julho

Olá galera!

Todo mundo bem? 

Continuando a vida de caçador e coletor, hora de caçar uns mamutes!

Tesouro Direto chegou nas taxas que eu estava esperando, IPCA+6%, então migrei a maior parte da renda fixa que tinha no CDB do nubank para o título com vencimento em 2045, o mais longo dentre os que não pagam juros semestrais. Até teria um título com taxa melhor e vencimento maior, 2055, mas eu não estou querendo receber os juros semestrais, por enquanto, prefiro ganhar juros sobre juros.

Preços e Taxas do TD em 2022-07-06

Foi aplicado 12.614,01 no Tesouro IPCA + 6,01% com vencimento em 2045.

Em janeiro de 2021 eu tinha decidido não investir mais em TD por causa da marcação a mercado e que isso prejudicava um pouco minha estratégia de balanceamento de carteira, além de acreditar que os juros iriam subir e o TD teria rendimento ruim no próximo ano (acertei dessa vez 💪), mas realmente eu estava pensando muito a frente do meu tempo, ainda é cedo para eu me preocupar com balanceamento pois ainda consigo gerenciar isso através dos aportes sem a necessidade de vender coisas para balancear a carteira, acho que quando tiver uns 500 mil investidos vai fazer mais sentido cuidar destes aspectos, é a mesma questão da estratégia do jumento que comentei no post passado. E no geral, receber 6% de rendimento real é algo que me agrada bastante, por isso cogito a possibilidade de levar isso até o vencimento.

Além dessa troca de ativos na renda fixa, fiz apenas 2 aportes de 500, um para FIIs e outro para ações. Comprei 20 ações da Equatorial, código EQTL3, por R$ 22,46 a unidade, e 17 ações das Lojas Quero-quero por R$ 5,69 a unidade, assim completei o lote padrão de LJQQ3, totalizando 100 ações dela. Lojas quero-quero faz pouco tempo que comprei, tinha pagado inicialmente mais de 9 reais, e teve uma queda forte logo em seguida, agora está nas mínimas históricas, podendo cair mais ainda, mas achei que o momento interessante pra fechar esse lote de 100 e reduzir um pouco o preço médio. Equatorial comprei seguindo a minha planilha de balanceamento, conforme já tinha avisado que o faria no fechamento do mês passado.

Negócios registrados no site meusdividendos

Na parte dos FIIs, comprei 5 cotas de KNRI11, R$ 130,90 a unidade. Apesar de ter reduzido a nota desse FII na minha planilha de balanceamento por causa do dividendo baixo e alta taxa de gestão, acabei por comprar ele novamente depois de ler o último relatório gerencial, onde apontaram que estão reduzindo a vacância, que já era baixa, e ainda vão aumentar os dividendos no próximo semestre. Somado a isso, a cotação do mesmo está nas mínimas das 52 semanas, então achei o momento oportuno pra fazer um novo aporte nele.

Cotação KNRI11

A princípio não farei mais aportes este mês, talvez compre alguma coisinha ainda com rendimentos recebidos nas corretoras, mais notícias no próximo fechamento mensal!

Abraços!

Revisando a carteira de FIIs

Olá a todos!

Após refletir um pouco sobre meu desempenho nos investimentos, resolvi que é hora de revisar a minha carteira, uma das coisas que percebi nessa revisão foi na parte dos fundos de investimento imobiliários, olhando os rendimentos e taxas, vi que há uma certa correlação entre FIIs que cobram altas taxas de gestão/administração com a baixa rentabilidade, no quesito DY pelo menos, conforme imagem abaixo.

Minha carteira de FIIs. Dados da planilha disponibilizada pelo Canal do Holder

KNRI11 e HGBS11 tem as maiores taxas de administração e os menores Dividend Yield da minha carteira, será coincidência?!. Os dois sofreram com a pandemia, o que justifica esse baixo provento, mas poderiam ter reduzido as taxas de administração já que o rendimento está ruim. GGRC11 apesar da taxa alta ainda consegue distribuir bons proventos. BRCR11 é uma desgraça, se olhar a cotação só cai, então esse tem que ficar na lista negra mesmo, antigamente eu pensava que era oportunidade quando um FII ficava caindo muito tempo, e por isso, usando a planilha de balanceamento, acaba comprando sempre mais... mas atualmente eu acho que esse FII tem problemas sérios e talvez nunca volte a subir.

Devido a isso, zerei a nota desses FIIs na minha planilha de balanceamento da carteira, ainda estou pensando se vendo esses FIIs e aporto nos melhores, ou simplesmente deixo eles quieto ali na carteira sem novos aportes, porque apesar do baixo rendimento, os imóveis são bons e estão com desconto se olhar o P/VP. Também olhando o relatório gerencial, alguns FIIs estão lentamente subindo os proventos, outros com lucros acumulados/não distribuídos, então quem sabe até o final do ano essa situação melhore.

Planilha de Balanceamento da Carteira

Essa é a segunda vez que estou revisando a minha carteira de FIIs, na primeira vez eu acabei tirando da carteira o XPCM11, SAAG11 e BBPO11, o BBPO11 está ruim mas nem tanto quanto eu imaginava que ficaria, SAAG teve fusão virou RBVA11... e XPCM11, segue vago com 80% de queda, então minha decisão foi boa na época.

E aí, o que vocês acham desses FIIs que zerei a nota? Manter ou vender?

Até o futuro!

Fechamento Janeiro de 2022

Olá galera!!

Janeiro começou com polêmicas nos Fundos de Investimentos Imobiliários (FII), MXRF11 teve que se explicar com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a cotação do FII caiu legal nos últimos dias, mas depois de muitos Youtubers se juntarem e comentarem o assunto ao vivo na internet, a questão ganhou muita repercussão e a CVM acabou por suspender a decisão anteriormente tomada, que loucura. A internet é forte mesmo.

 

Confesso que não tirei tempo para me aprofundar no assunto, mas a CVM tem função de regular o mercado e em teoria ela está lá para defender os direitos dos investidores, então acredito que dessa vez eles devem ter cometido algum equívoco, porque apesar de ser uma decisão do colegiado, acabaram voltando atrás.

Carteira de Investimento e Resultados

Os aportes foram 1000 reais para renda fixa da nu conta, 500 para ações e 500 para FIIs. Compras do mês foram 4 KNRI11 a R$ 136,50, 19 MXRF11 a R$ 10,01 e 31 PSSA3 à R$ 19,04. O resultado mensal fechou negativo em -1% em janeiro, principalmente devido ao mercado exterior, queda do dólar, e às criptomoedas que tiveram um mês bem negativo, 27% de queda na média das criptos.

 

Também uma questão que esqueci de comentar no fechamento de dezembro, a inflação em 2021 ficou em 10,06% medida pelo IPCA... então apesar do resultado anual ter sido ruim, considerando a inflação a rentabilidade real ficou -10,374%, apenas um pouco pior segundo a pela planilha que eu uso, feita pelo AdP!

Fevereiro a princípio estou pensando em comprar alguma coisa de cripto de novo e talvez enviar um pouco para o exterior, para aproveitar as quedas, mas ainda não decidi sobre isso então vou observar um pouco mais pra tentar descobrir se essa queda é oportunidade ou apenas o começo de uma tendência de baixa. 

Outra opção de investimento que eu tinha abandonado a princípio, o Tesouro Direto IPCA+ está pagando inflação mais 5% ao ano, o que dá cerca de 15% ao ano atualmente... ou 5% de rendimento real, me parece uma opção bem segura para o momento, podendo ter um pouco de perda no curto prazo caso os juros continuem subindo, mas no longo prazo acredito que os juros tendem a cair e assim o preço do título público vai subir nesse momento, dando uma rentabilidade ainda melhor do que a do vencimento, é de se pensar.

Até o futuro!


Aporte de Janeiro

Olá!

Comecei 2021 com a carteira desbalanceada entre Renda Fixa e Renda Variável, estou com apenas 37% na renda fixa e era pra ter 50%, para corrigir isso queria aportar em renda fixa, mas como não quero mais o tesouro direto (temporariamente), o aporte ficou na Nuconta parado rendendo a SELIC mesmo, em breve devo encontrar algum CDB ou coisa do tipo pra investir.


Carteira Início de Janeiro/2020

O saldo das contas nas corretoras estava 1,5% da carteira, com R$ 73 na Clear e R$ 325 na XP, então comprei 3 ações da EQTL3 a R$ 22,29, e comprei 2 cotas do KNRI11 por R$ 160,00 cada, com isso gastei o saldo das contas :)

Você pode ver a composição da minha carteira acima, na parte dos FIIs está bem balanceado, nas ações preciso melhorar isso com os próximos aportes ou começar vender algumas.

Até o futuro!

Estudo FIIs Multi Imóveis Funds Explorer

Olá!

Com as quedas nos preços dos FIIs, e também alguns que diminuíram e outros pararam de distribuir rendimentos mensalmente, resolvi atualizar o estudo que fiz sobre FIIs multi imóveis a alguns meses atrás. Eu fiz esse estudo utilizando o site Funds Explorer, e deixei o estudo salvo, se você quiser conferir ele no próprio site precisa criar uma conta, e depois acessar este link: https://www.fundsexplorer.com.br/estudos/6a99Ap28JhSce3W7JY9qEwmQ

Bom, pra quem quiser conferir o estudo antigo, o link é esse: https://bilionariodozero.blogspot.com/2019/09/estudos-funds-explorer-multi-imoveis.html

Relembrando algumas informações importantes:
Os estudos do site Funds Explorer são bem úteis para encontrar oportunidades nesse mercado, um detalhe importante aqui é que isso não deve ser utilizado isoladamente para tomada de decisão, busque ler os relatórios do gestor e se aprofundar sobre a qualidade dos imóveis, inquilinos, vencimento dos contratos, tretas com gestores etc.

Digo isso porque os fundos que possuem os melhores indicadores isolados, como por exemplo, P/VP abaixo de 1, DY acima de 1%, etc, são os fundos que geralmente estão passando por algum problema, e cabe a você ler os relatórios e fazer uma pesquisa sobre o fundo específico para identificar o que pode ser a causa disso, o mercado não é burro, se o preço está baixo, algum problema tem.
Dito isso, segue os prints do estudo atualizado:

HGRE11 está com uma vacância elevada, aumentou um pouco mais desde a última vez

KNRI11 por ser um dos maiores e com mais liquidez, tem maior participação no IFIX
É meio contraditório que o BRCR11 tenha a menor ABL (Área Bruta Locável) da lista, mas é o segundo colocado em Patrimônio Líquido, isso quer dizer que o valor do metro quadrado dos imóveis dele é bem superior ao dos outros.


Calculei rapidamente o Patrimônio Líquido do FII dividido pelo ABL (Área Bruta Locável), para identificar o preço médio do metro quadrado dos imóveis do FII, confiram a tabela abaixo:


Interessante né, acho que essa informação poderia ser estudada em conjunto com a classificação dos imóveis do FII feita por agências, se são AAA, AA etc. Será que os imóveis são tão superiores pra justificar essa diferença no preço do metro quadrado? Ou porque será que deu tanta diferença? No primeiro estudo o valor do PL/ ABL do KNRI11 era R$ 6.326,324, se não me engano esse FII captou recursos neste período e ainda não comprou imóveis, então pode ter dinheiro em caixa aguardando pra ser aplicado em imóveis, o que pode justificar o aumento do PL maior do que o aumento da ABL. E os outros? Tema de estudo.

Depois que fiz essa conta, eu ainda resolvi multiplicar o resultado pelo P/VPA, assim daria o valor que você paga pelo metro quadrado ao comprar a cota do FII no mercado, talvez o mercado já preveja que há algo de errado nessas avaliações patrimoniais e de um desconto no valor da cota? faz sentido isso? Segue o resultado pra vocês:



Em relação a quantidade de imóveis, as mudanças foram:
  • HGLG11 tinha 14 e agora só tem 11, 
  • BRCR11 tinha 11 e agora tem 12, 
  • KNRI11 tinha 18 e agora possui 19, 
  • HGRE11 tinha 20 e agora tem 22.

Com a baixa nos preços das cotas, o que mais mudou foi o indicador P/VPA, agora temos 3 FIIs do estudo sendo negociados abaixo do seu valor patrimonial. No estudo anterior só BRCR11 estava com P/VP abaixo de 1.

O Dividend Yield médio ainda não mudou muito, a exceção novamente é BRCR11 que tinha do DY bem alto (1,23%) daquela vez e agora voltou a média, se não me engano tinha um rendimento não recorrente afetando o indicador na época.

O novato da lista, HGRU11, lidera no quesito DY, ele também está com 0% de vacância, pena que o P/VP ainda está acima de 1, vou dar uma estudada a mais nele pra ver se vale a pena incluir em carteira ou não, no momento estou com 10 FIIs e estou confortável com este nível de diversificação.

Tabela Resumida
Conforme visto acima, desde a última vez que fiz este estudo, caiu fora o FII TRXL11 e o FII HGPO11, e entrou nos resultados o FII HGRU11. Eu mudei alguns filtros do estudo inicial do primeiro post, no estudo atual pega FIIs que tenham mais de 10 imóveis, o HGPO11 só tem 2 imóveis, por isso caiu fora.

No mês de Março e Abril alguns FIIs distribuíram menos rendimentos, alguns de shoppings até pararam de distribuir, mas com o fim do semestre se aproximando, quero ver o que vai acontecer, a legislação dos FIIs diz que eles devem distribuir 95% dos rendimentos no semestre, talvez virá um rendimento gordo em Junho ou Julho, o que vocês acham? vou ficar acompanhando.

Até o futuro!

Aporte de Março (feito hoje)

Olá pessoal!

Acho que este ano vou fazer 13 aportes, mês passado já acabei antecipando 1 aporte, e este mês novamente resolvi antecipar o aporte pra comprar depois da queda da quarta-feira de cinzas. Com isso também já garanto um rendimento a mais, já que esses FII tem como data base o último dia do mês.

Estou com a classe dos FII com percentual mais baixa atualmente da carteira, então dei uma olhada na planilha de balanceamento, na parte dos FII, poderia comprar HGRE11, XPML11, GGRC11, HGLG11 ou KNRI11.


Resolvi que KNRI11 e GGRC11 estavam com preços mais interessantes e decidi comprar 1 cota de cada. Aconteceu um fato interessante na hora que fui comprar as cotas, o HB (Home Broker) da XP estava com os preços errados, e as cotações nos livros de oferta não se atualizavam, tentei 2 vezes comprar KNRI11 na melhor oferta de venda que aparecia e nada da ordem executar, por fim coloquei 1 real acima e daí foi.

HB da XP travado, e você achando que isso era exclusividade da Clear né?!
Não sei se perceberam, mas eu reduzi as notas dos FII de recebíveis pela metade, apesar de eles distribuírem um rendimento muito bom, isso se deve ao fato de que eles pagam a inflação do período junto,e isso pode ser ruim no longo prazo, descobri isso naquele livro Introdução aos FII, do André, e fiquei um pouco preocupado. Inicialmente acho que quanto mais rendimentos melhor, mas se isso culminar na desvalorização da cota no final de nada adianta, vou acompanhar isso mais um tempo e dar uma pensada pra ver se continuo ou não investindo nesse tipo de FII, acho que o meu perfil atual é mais de renda em lajes e logística.

Até o futuro!

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