Análise da Carteira - By chatGPT & Gemini

Prompt: Analise esta carteira de investimentos e faça sugestões de melhorias

 





Resultado chatGPT

Obrigado por compartilhar as imagens da sua carteira. Vou fazer uma análise ampla e depois sugerir melhorias.

📊 Visão Geral da Carteira

  • Tesouro Direto (37,34% - R$ 76,5 mil) → Forte peso, principalmente em IPCA+ 2045 (22,6% da carteira total). Mostra viés de longo prazo e proteção contra inflação.

  • Ações (24,47% - R$ 50,1 mil) → Bem diversificadas em setores (financeiro, energia, saúde, saneamento, consumo). Boa diversificação setorial, mas concentração moderada em algumas posições (PSSA3, FLRY3, WEGE3).

  • ETFs internacionais (19,43% - R$ 39,8 mil) → Boa exposição externa, diversificada entre ações (SCHD, VOO, XLRE) e renda fixa longa (VGLT).

  • FIIs (11,08% - R$ 22,7 mil) → Carteira equilibrada entre tijolo, papel e misto, sem concentração excessiva.

  • Renda fixa privada (7,67% - R$ 15,7 mil) → Diversificação em CDB, LCI/LCA e RDB. Mas posição pequena em relação ao Tesouro.


Pontos Positivos

  1. Boa diversificação de classes de ativos: ações, FIIs, renda fixa pública e privada, ETFs internacionais.

  2. Proteção inflacionária forte via Tesouro IPCA+.

  3. Exposição ao exterior relevante (19%), reduzindo risco Brasil.

  4. FIIs equilibrados entre setores, bom para fluxo de dividendos.

  5. Carteira de ações bem distribuída em setores estratégicos (energia, saúde, consumo, bancos).


⚠️ Pontos de Atenção

  1. Alta concentração no Tesouro IPCA+ 2045 (22,6% da carteira total). Isso traz risco de marcação a mercado no curto e médio prazo.

  2. Renda fixa privada pequena frente ao total – poderia ser ampliada para equilibrar liquidez e risco.

  3. Falta de small caps ou ações de crescimento: portfólio está muito voltado a dividendos e defensivos. Pode limitar valorização no longo prazo.

  4. Falta de exposição a ativos dolarizados de commodities (como ouro, petróleo, metais). Hoje o hedge está apenas via ETFs.

  5. FII de papel (MXRF11 e RECR11) já cobre parte da renda fixa atrelada ao CDI/IPCA. Talvez sobreposição com Tesouro.


📌 Sugestões de Melhorias

  1. Rebalancear o Tesouro IPCA+

    • Reduzir gradualmente a posição no 2045 (22,6%), redistribuindo em prazos médios (2029, 2035).

    • Isso mantém proteção inflacionária, mas com menos volatilidade.

  2. Ampliar renda fixa privada

    • Aumentar alocação em LCI/LCA isentas ou CDB com liquidez diária para dar mais flexibilidade.

    • Hoje representa só 7,6% da carteira – poderia chegar a 10–15%.

  3. Mais diversificação internacional

    • ETFs atuais (SCHD, VOO, XLRE, VGLT) estão bons, mas poderia adicionar:

      • QQQ (tecnologia e inovação).

      • EEM ou VWO (mercados emergentes).

      • GLD (ouro, como proteção).

  4. Carteira de ações

    • Está equilibrada, mas pode incluir empresas de crescimento/tecnologia (por ex. TOTS3, LWSA3).

    • Reduzir FIQE3 (telecom, risco maior) e aumentar exposição em empresas com mais histórico de geração de caixa.

  5. FIIs

    • Boa composição, mas poderia incluir um FII de logística puro (tipo BTLG11, VILG11) para reforçar setor resiliente.

    • Manter equilíbrio entre tijolo e papel.

  6. Reserva de oportunidade

    • Não ficou claro se há caixa disponível, mas seria importante ter 5 a 10% em liquidez para aproveitar quedas.


📈 Resumo:
Sua carteira está bem montada, diversificada e com foco no longo prazo. O maior risco hoje é a concentração em Tesouro IPCA+ 2045 e a falta de ativos de crescimento/dolarizados. Ajustando isso, você terá uma carteira ainda mais equilibrada e preparada para diferentes cenários.



Minhas Observações sobre a Análise do chatGPT

Gostei da ideia de adicionar mais ativos dolarizados de commodities, particularmente nunca gostei muito de commodities e por isso minha carteira quase não tem, mas tenho percebido que há boas oportunidades no setor, só é necessário um acompanhamento mais próximo pois geralmente os movimentos são longos, ficam alguns anos bons depois alguns anos ruins, é difícil pro estômago. 

A questão da concentração em PSSA3, FLRY3 já percebi e estou até pensando em realizar o lucro acumulado nessas ações, para buscar oportunidades melhores, quem sabe... 

Não gostei da sugestão de reduzir a concentração do IPCA+ 2045, pretendo levar até o vencimento.

Não gostei da sugestão de adicionar mais logística, já tenho 2 FIIS de logística puros. 

Renda fixa está pequena mesmo, poderia aumentar, mas é tanta oportunidade na variável...

Não gostei da ideia de reduzir FIQE3, apesar da alta recente, até poderia se olhar friamente, fazer um lucrinho pra rebalancear, mas acredito que ela tem muito potencial de crescimento ainda, que é justamente algo que falta na minha carteira, mais ações de crescimento.

No quesito diversificação internacional, adicionar mercados emergentes é meio estranho, eu já tenho a maior parte aqui no Brasil, talvez GLD pra proteção seja mais interessante. 

No geral, parece que não há muito o que mudar na minha carteira, só deixar quieto e parar de procurar problema.

 


Resultados do Gemini

Olá! Com base nas imagens da sua carteira de investimentos, preparei uma análise detalhada com os pontos fortes e algumas sugestões de melhoria.

Aviso Importante: Esta análise é para fins educacionais e informativos, baseada nos dados fornecidos. Ela não constitui uma recomendação de investimento personalizada. A decisão final sobre seus investimentos deve ser sua, de preferência com o auxílio de um profissional de finanças certificado.


Análise Geral da Carteira

Parabéns, sua carteira de investimentos demonstra um bom nível de maturidade e conhecimento do mercado. Ela é bem diversificada entre diferentes classes de ativos, geografias e estratégias.

Composição Atual da Carteira:

  • Tesouro Direto: R$ 76.553,61 (37,34%)

  • Ações (Brasil): R$ 50.170,76 (24,47%)

  • ETF Exterior: R$ 39.833,80 (19,43%)

  • Fundos Imobiliários (FIIs): R$ 22.720,99 (11,08%)

  • Renda Fixa Privada (CDB/LCI/RDB): R$ 15.715,20 (7,67%)


  • Valor Total Aproximado: R$ 204.994,36

Distribuição Geral:

  • Renda Fixa (Tesouro + Privada): ~45%

  • Renda Variável (Ações + FIIs + ETFs): ~55%

  • Exposição Geográfica (Brasil vs. Exterior): ~80,5% no Brasil e ~19,5% no Exterior.

Isso indica um perfil de investidor moderado, com uma estratégia clara de longo prazo, focada tanto no crescimento do capital quanto na proteção contra a inflação.


✅ Pontos Fortes da Carteira

  1. Excelente Diversificação: Você distribuiu seu patrimônio entre as principais classes de ativos (Renda Fixa, Ações, FIIs e Ativos Internacionais). Isso reduz o risco geral da carteira, pois o mau desempenho de uma classe pode ser compensado pelo bom desempenho de outra.

  2. Proteção Contra a Inflação: A alocação de 37,34% em títulos do Tesouro, majoritariamente atrelados ao IPCA (Tesouro IPCA+, Educa+ e Renda+), é uma excelente estratégia para proteger seu poder de compra no longo prazo.

  3. Exposição Internacional Relevante: Ter quase 20% do patrimônio alocado no exterior (via ETFs) é fundamental. Isso diversifica o risco-país, dolariza parte do seu patrimônio e permite que você participe do crescimento das maiores economias do mundo.

  4. Qualidade na Escolha dos Ativos:

    • Ações: A carteira de ações é composta por empresas consolidadas, de setores perenes e conhecidas por serem boas pagadoras de dividendos (bancos, energia, saneamento).

    • FIIs: A seleção inclui alguns dos FIIs mais líquidos e populares da bolsa, com boa diversificação entre "tijolo" (logística, shoppings) e "papel" (dívidas imobiliárias).

    • ETFs: A escolha dos ETFs VOO (S&P 500), SCHD (Dividendos) e XLRE (Imobiliário) cria uma base sólida e diversificada no mercado americano.


⚠️ Pontos de Atenção e Sugestões de Melhoria

Embora a carteira seja muito boa, sempre há espaço para otimizações, dependendo dos seus objetivos e perfil de risco.

1. Concentração em Títulos Públicos de Longo Prazo

  • Ponto de Atenção: Dentro da sua alocação em Tesouro Direto (R$ 76.553,61), o título Tesouro IPCA+ 2045 representa 60,63% (aproximadamente R$ 46.400). Títulos com vencimento muito longo são mais sensíveis à marcação a mercado, ou seja, o preço deles pode oscilar bastante no curto e médio prazo com as variações nas taxas de juros.

  • Sugestão: Para reduzir esse risco de volatilidade, considere diversificar os vencimentos dos seus títulos públicos. Você poderia direcionar futuros aportes para títulos com vencimentos intermediários (ex: IPCA+ 2029, 2035). Isso cria um "escalonamento" de vencimentos e reduz o impacto da flutuação das taxas de juros em uma parte tão grande do seu capital.

2. Carteira de Ações: Setores e Número de Ativos

  • Ponto de Atenção: Sua carteira de ações é focada em setores tradicionais da economia brasileira (Bancos, Energia, Saneamento). Embora seguros, eles podem ter um potencial de crescimento menor em comparação com outros setores.

  • Sugestão: Se seu perfil de risco permitir, avalie incluir uma pequena exposição a setores com maior potencial de crescimento, como Tecnologia, Varejo (e-commerce) ou Saúde. Isso pode ser feito com aportes em novas empresas ou até mesmo através de ETFs setoriais. Ter 16 ações individuais exige um acompanhamento constante; certifique-se de que você tem tempo e disposição para isso.

3. Alocação Internacional: Renda Fixa Americana

  • Ponto de Atenção: O ETF VGLT investe em títulos do tesouro americano de longo prazo (20+ anos). Assim como os títulos longos no Brasil, eles são muito voláteis e sensíveis a mudanças nas taxas de juros dos EUA. Em um cenário de alta de juros, o VGLT tende a se desvalorizar.

  • Sugestão: Reflita sobre o papel do VGLT na sua carteira. Se o objetivo é ter uma reserva em dólar com menor volatilidade, ETFs de títulos de curto prazo (como o SHY) podem ser mais adequados. Se o objetivo é realmente especular com a queda dos juros longos americanos, mantenha o ativo, mas esteja ciente de sua alta volatilidade. Para simplificar, muitos investidores focam apenas em ETFs de ações (como VOO e SCHD) e deixam a parte de "segurança" da carteira na renda fixa local.

4. Renda Fixa Privada

  • Ponto de Atenção: O RDB do Nubank com vencimento em 2050 oferece uma ótima taxa (120% do CDI), mas possui liquidez muito baixa e um prazo extremamente longo. O cenário de juros no Brasil pode mudar drasticamente em 25 anos.

  • Sugestão: Apenas mantenha a ciência de que este é um dinheiro "carimbado" para o longuíssimo prazo. Para futuros aportes, continue aproveitando boas oportunidades em LCIs/LCAs, mas talvez com prazos um pouco mais curtos (3 a 5 anos) para garantir mais flexibilidade à carteira.

Resumo das Sugestões

  1. Definir Alvos: Estabeleça percentuais-alvo para cada classe de ativo (ex: 40% Renda Fixa Brasil, 25% Ações Brasil, 25% Internacional, 10% FIIs) para guiar seus futuros aportes e rebalanceamentos.

  2. Diversificar Vencimentos: Nos próximos aportes em Tesouro Direto, priorize títulos com vencimentos intermediários para diminuir a concentração e o risco de marcação a mercado no IPCA+ 2045.

  3. Expandir Setores em Ações: Considere adicionar, aos poucos, empresas de setores de maior crescimento (Tecnologia, por exemplo) para complementar sua base de empresas "perenes".

  4. Reavaliar o ETF VGLT: Entenda a alta volatilidade do VGLT e avalie se um ETF de títulos de curto prazo ou mesmo focar apenas nos ETFs de ações não seria mais alinhado à sua estratégia internacional.

Sua carteira já é muito sólida e bem estruturada. As sugestões acima são apenas refinos para otimizar ainda mais sua estratégia de longo prazo. Continue com a disciplina e o foco nos aportes!


Minhas Observações sobre a Análise do Gemini

Tenho que dizer que gostei mais do Gemini dessa vez, sugestões dele foram mais alinhadas com o que eu penso atualmente, seria isso o tal viés de confirmação?!! 

Semelhante ao chat, sugeriu a diversificação de vencimentos no tesouro direto, but no quiero!

Eliminar o VGLT já está em meus planos, assim que a taxa de juros americana cair ao ponto de que ele dê um bom lucro, ele vai sair da carteira.  

Interessante que ambas IAs sugeriram adicionar o setor de tecnologia na carteira, talvez seja o caso de comprar uma Intelbras da vida, tirar um tempo pra estudar o setor, casa de ferreiro o espeto é de pau.

16 ações na carteira realmente tem sido difícil acompanhar, e o pior que pretendo adicionar mais... mas é isso aí, eu adoraria ter alguns ETFs aqui no Brasil, mas só se eles tivessem isenção de imposto de renda nos dividendos e no lucro com vendas abaixo de 20k/mês que as ações proporcionam, aí sim faria muito mais sentido. O triste é que o mais provável de acontecer é as ações perderem estes "benefícios" do que ETFs ganharem. Se isso acontecer também é um caso de se pensar em migrar pra um ETF.

 

Gostaram da análise das IA? Teria alguma sugestão diferente para minha carteira? 

Abraços

Estudo da PRIO3, é uma pechincha?

Olá magnatas do petróleo!

Hoje resolvi estudar um pouco dessa empresa que vem crescendo nos últimos anos, comprando campos maduros, que precisam ser recuperados para manter a produção, e a empresa estava conseguido baixar o custo da extração de petróleo, lifting cost, chegando no menor custo no final de 2023, depois o custo começou a aumentar novamente, vamos conhecer um pouco mais dessa história.

Últimos Resultados 

Na apresentação dos resultados do 2T25, pude ver que 2023 foi o auge da empresa, no quesito lifting cost, também no gráfico de produção, me chamou atenção que o campo de Frade tem reduzido a produção e mais recentemente o campo de Peregrino entrou em operação deixando a produção quase estável.

 

Vamos olhar os dados históricos, a empresa fez um ótimo trabalho entre 2016 e 2023, com melhoras nas margens e crescimento do lucro.

2023 foi o auge nas margens

 O destaque foi a partir de 4T2019, forte crescimento do lucro.

Lucro Líquido Anualizado
Tirando o prejuízo inicial e alguns anos de vacas magras, o resultado atual é impressionante

Olhando o gráfico de lucro líquido por Trimestres Isolados, o 4T24 foi anormal, o gráfico anterior pega o anualizado e distorceu um pouco os resultados recentes, pois o 2T25 veio bem fraco, imagem abaixo ilustra melhor.
 
Lucro Líquido de cada Trimestre

Voltei um pouco no tempo, fui em busca do resultado do 4T24, que foi o maior disparado, e parece que a PRIO recebeu imposto de renda ao invés de pagar, a receita financeira também foi super alta, assim mesmo com queda na receita das operações, o lucro líquido disparou 231%.
 
4T24

 Abaixo o resultado mais recente, fraco.

Como podem ver na apresentação, o 2T25 foi bem desagradável
 

Endividamento

A dívida da empresa é bem controlada, como visto na primeira imagem, mas aumentou recentemente, com mais aquisições (Peregrino), custos de perfuração dos poços de Wahoo/Peregrino, manutenção em equipamentos que quebram toda hora... me lembrou aqui um episódio da série LANDMAN, já viram? Um seriado bem interessante.

Acidente em poço de petróleo na série de TV Landman
 

Lendo as mensagens da administração dos releases, parece que toda hora tem paradas devido a falhas, provavelmente devido aos campos serem "maduros" os equipamentos já são bem velhos. Outro problema que percebi lendo os releases, é que há uma luta constante com IBAMA e outros órgãos do governo para obter licenças de operação. 

Ainda sobre a dívida, outro ponto é que a empresa está em fase de crescimento acelerado, não tem distribuído dividendos, mas tem feito a recompra de ações.


Os Insiders, membros da diretoria e do conselho de administração, fizeram algumas vendas recentemente, o que pode indicar possíveis problemas, ou simplesmente estão realizando o lucro, considerando que o preço atual esteja caro, pois como podem ver, a cotação subiu muito em termos nominais.

Insiders vendendo recentemente

 Indicadores de Preço, a empresa está cara ou barata?

Olhando apenas pra cotação, parece que subiu demais, vamos nos aprofundar. É importante olhar alguns indicadores relativos, como o P/L, Preço sobre o Lucro, pra dizer se a empresa está realmente cara ou barata, olhar apenas a cotação é irrelevante pra análise. 

Cotação e algumas notícias, pra variar teve aumento de impostos

Olhando para o P/L, a empresa está bem barata, mas como vimos anteriormente, o lucro está distorcido devido ao 4T24, então temos um problema/armadilha ao olhar pra esse indicador também. Eu trouxe aqui de qualquer forma, pra exemplificar o risco de análise por indicadores, sem ler os relatórios e entender o que está acontecendo de fato.

 

https://statusinvest.com.br/acoes/prio3

Vamos olhar o preço sobre o EBIT e sobre EBITDA, pra desconsiderar o impacto dos impostos e resultado financeiro, será mais confiável neste caso.

P/EBIT no momento está na média histórica, indicando que a empresa está muito próximo do que seria seu preço justo.

P/EBITDA ainda abaixo, mas bem diferente do P/L que está super baixo, então podemos considerar que a empresa está relativamente barata. Uma média de 4,83 indica que ela geralmente está barata mesmo, vamos comparar com pares do setor.

 

Petrobrás tem média de 3,44 👀
 

Olha aí, parece que é do setor ter uma relação P/EBIT baixo mesmo. Um quadro do site Fundamentus com alguns indicadores, não achei a PRIO tão barata, mas ela se destacou no ROE.

https://www.fundamentus.com.br/resultado.php?segmento=52

No indicador ROIC, que também mede rentabilidade, percebi uma discrepância, no site Status invest está negativo -8,55%, no Fundamentus positivo 8,65%, e no investidor10 negativo em -6,47%, ESQUISITO.

Também chamou minha atenção algumas empresas com resultados muito ruins neste setor, RPMG3 com patrimônio negativo, dei uma espiada nela, tem prejuízo desde 2016, como que isso ainda não faliu? E a receita crescendo, que bizarro.

Outro indicador usado por investidores para comparar empresas é o EV/EBITDA, PRIO3 neste indicador, EV/EBITDA está cara, acima da sua média histórica.

PRIO3 - EV/EBITDA

EV/EBITDA DA PETR4 - https://statusinvest.com.br/acoes/petr4

Comparando o histórico da Petrobrás, que tem média de 8,56 e está atualmente em 2,46, me parece que a Petrobrás estaria sendo uma barganha muito maior do que a Prio, MAS, não parei pra analisar os relatórios da Petrobrás e não sei dizer exatamente tudo que aconteceu com ela pra ter estes preços tão baixos, apenas me lembrando de cabeça notícias de Petrolão (corrupção), má gestão talvez, por ser estatal, muitas vezes o governo usando pra ajudar no controle da inflação, saudades da Lei das Estatais, que prevenia medidas antieconômicas.  

Principais Acionistas

Olhei também quem são os principais acionistas, e nos últimos anos, basicamente foram fundos de investimentos que tiveram as maiores fatias. A maioria deles já saiu fora, os que tinham ações em 2018 não sobrou nenhum hoje, a última que saiu foi a AVENTTI STRATEGIC PARTNERS LLP, essa deve ter feito um baita lucro. Agora apenas BlackRock, que entrou mais recentemente, em 2022, detém 5% do capital, e na tesouraria tem 5,81%, sendo o restante de outros minoritários.

Análises de Profissionais

https://members.nordinvestimentos.com.br/conteudo/193-nord-acoes-o-que-comprar-

 

Meus pensamentos / conclusões

Primeiramente, lembrem que não sou especialista na área, não faço recomendação de compra nem venda, apenas meus estudos particulares compartilhados por aqui, para fins de estudo mesmo.

De tudo que pesquisei, a empresa parece bem gerida, é a maior empresa "PRIVADA", em um setor que demanda muito capital e com muitos riscos, a PRIO tem conseguido sobreviver e entregar bons resultados.

Vi um vídeo do Dica de Hoje, falando que seria a maior pechincha da bolsa, olhando este meu breve estudo, eu tenho que discordar, numa simples comparação com empresas do setor, me pareceu estar no preço justo atualmente, mas considerando o futuro, quando a aquisição dos novos poços estiverem em produção, a receita vai crescer, então estes indicadores estão defasados, há margem pra discussão.

Olhando novamente o P/L, se desconsiderar o anormal 4T24, o lucro por ação ficaria mais perto dos 6, o que daria um PL de 6 aproximadamente, já considerando o crescimento futuro, se o lucro dobrar, então sim, o P/L de 3 é a realidade.

Não podemos negar de que é um setor que faz bilionários, há muita grana envolvida, pra quem é especialista no assunto, podem obter grandes retornos, como visto que alguns fundos de investimentos fizeram com a PRIO.

Sendo do setor petróleo, o resultado da empresa depende muito do preço do barril de petróleo, com aumento dos conflitos geopolíticos nos últimos anos, isso aumentou o preço e ajudou a empresa a entregar bons resultados, mas nos anos mais recentes o preço vem caindo, quase estável, mas caindo.

Petróleo - https://pt.tradingeconomics.com/commodity/brent-crude-oil

No caso de mais conflitos geopolíticos, a empresa pode se beneficiar no aumento do preço do petróleo, mas torcemos para que deem uma trégua, até porque a inflação subiria ainda mais, o que tornaria difícil uma redução da taxa de juros, prejudicando a empresa, já que ela está endividada atualmente. 

Outro ponto de atenção são as licenças de operação, tem que ficar de olho nos fatos relevantes, parece que isso tem sido uma luta constante da empresa, fora os problemas operacionais ocasionando paradas de produção e o risco de problemas ambientais.

O meu breve estudo acabou ficando enorme, em resumo, ano que vem a empresa vai aumentar a produção, e se não houver nenhum problema muito grave, a produção vai quase que dobrar, aliado a expectativa de queda da taxa SELIC (será que agora vai?) há uma grande chance de a empresa dobrar de tamanho nos próximos meses.

Bons investimentos a todos!

Cuidado ao Usar Gemini para Estudos de Investimentos - Checklist do Graham

Fala Investidores! 

Todos buscando oportunidades na bolsa antes que a SELIC comece a cair? 👀 

Revendo minhas planilhas antigas, encontrei um estudo, considerando 11 critérios de Graham para avaliação de ações, de forma bastante simplificada, pode ser útil para uma análise inicial, mas nem todos os critérios são relevantes para todos os setores, por exemplo: setor de Energia Elétrica costuma operar bastante endividado.

Pedi pro Gemini refazer este estudo pra mim, mas adicionei outras empresas que despertaram meu interesse recentemente, além das que tenho em carteira, o resultado segue abaixo.

 Comando utilizado para o Gemini:

Faça uma busca e verifique se estas empresas: WEGE3 FIQE3 CGRA4 PSSA3 ITSA4 BBDC3 B3SA3 HYPE3 SAPR4 FLRY3 CSMG3 EQTL3 EGIE3 ABEV3 MDIA3 BBAS3 RANI3 CPLE3 CPFE3 TUPY3 FRAS3 TTEN3 ROMI3 PRIO3, atendem aos seguintes critérios:
1 - O Valor de Mercado é maior que R$ 500 milhões?
2 - Possui algum nível de Governança Corporativa?
3 - A Liquidez Corrente é maior que 1,5x?
4 - O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) é maior que 20%?
5 - A relação Dívida Bruta / Patrimônio Líquido é menor que 50%?
6 - Possui Crescimento dos Lucros acima de 5% a.a (últimos 4 anos)?
7 - Possui Lucros Constantes nos últimos 4 anos?
8 - Distribuiu Dividendos nos últimos 4 anos?
9 - A relação Preço / Valor Patrimonial (P/VPA) é menor que 2x?
10 - A relação Preço / Lucro (P/L) é menor que 15x?
11 - O Volume Médio Diário (21d) é maior que R$ 1 milhão?

 

Resultado

O levantamento, atualizado com dados até 19 de setembro de 2025, inclui gigantes de setores variados como industrial, financeiro, elétrico e de commodities, e revela um seleto grupo de companhias que se destacam pela combinação de crescimento, rentabilidade, solidez financeira e valuation atrativo.

As empresas analisadas na nova rodada foram: WEGE3 (WEG), FIQE3 (Unifique), CGRA4 (Grazziotin), PSSA3 (Porto Seguro), ITSA4 (Itaúsa), BBDC3 (Bradesco), B3SA3 (B3), HYPE3 (Hypera), SAPR4 (Sanepar), FLRY3 (Fleury), CSMG3 (Copasa), EQTL3 (Equatorial Energia), EGIE3 (Engie Brasil), ABEV3 (Ambev), MDIA3 (M. Dias Branco), BBAS3 (Banco do Brasil), RANI3 (Irani), CPLE3 (Copel), CPFE3 (CPFL Energia), TUPY3 (Tupy), FRAS3 (Fras-le), TTEN3 (3tentos), ROMI3 (Indústrias Romi) e PRIO3 (Prio).

Os 11 critérios de avaliação:

  1. Valor de Mercado > R$ 500 milhões: Indica o porte da companhia.

  2. Governança Corporativa: Adesão aos segmentos de listagem diferenciada da B3.

  3. Liquidez Corrente > 1,5x: Mede a capacidade de quitar obrigações de curto prazo.

  4. Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) > 20%: Avalia a rentabilidade da empresa.

  5. Dívida Bruta / Patrimônio Líquido < 50%: Sinaliza baixo nível de endividamento.

  6. Crescimento de Lucros > 5% a.a. (últimos 4 anos): Demonstra expansão dos resultados.

  7. Lucros Constantes (últimos 4 anos): Garante consistência e previsibilidade.

  8. Distribuição de Dividendos (últimos 4 anos): Confirma a remuneração aos acionistas.

  9. Preço / Valor Patrimonial (P/VPA) < 2x: Sugere que a ação pode estar descontada.

  10. Preço / Lucro (P/L) < 15x: Indica um preço potencialmente atrativo frente aos lucros.

  11. Volume Médio Diário (21d) > R$ 1 milhão: Assegura a liquidez do papel no mercado.

Destaques da Nova Análise

Banco do Brasil (BBAS3) emergiu como um dos grandes destaques, cumprindo a maioria dos critérios aplicáveis a uma instituição financeira. Com um ROE robusto, P/L e P/VPA atrativos e um histórico consistente de lucros e dividendos, o banco estatal mostra forte desempenho.

No setor industrial, Indústrias Romi (ROMI3) e Fras-le (FRAS3) também se sobressaíram. Ambas apresentaram múltiplos de valuation descontados (P/L e P/VPA baixos), baixo endividamento e um histórico sólido de lucros e dividendos, atendendo a 10 dos 11 critérios.

A PRIO (PRIO3), do setor de petróleo e gás, impressionou pelo seu altíssimo ROE e forte crescimento de lucros. Contudo, seus múltiplos de preço (P/VPA e P/L) encontram-se acima dos limites definidos na análise, refletindo a forte valorização de suas ações.

WEG (WEGE3) e B3 (B3SA3), já destacadas na análise anterior, mantiveram seu status de empresas de alta qualidade, com forte rentabilidade e crescimento, mas continuam a ser negociadas a múltiplos mais elevados.

Análise Detalhada por Empresa

A tabela abaixo consolida os resultados da pesquisa para todas as 25 empresas, permitindo uma comparação direta de seus desempenhos frente aos critérios estabelecidos.

Eu colei os resultados em uma planilha e ordenei pelo número de critérios atendidos
Exclui Lojas Quero Quero 💣
  

Observações

  • N/A (Não se Aplica): Conforme a prática de mercado, os critérios de Liquidez Corrente e Dívida Bruta/PL não foram aplicados da forma convencional para as instituições financeiras (bancos e holdings).

  • Governança Corporativa: A listagem nos segmentos Novo Mercado, Nível 2 ou Nível 1 da B3 foi considerada como atendimento ao critério de governança.

  • Lucros e Dividendos: A análise considerou os dados dos últimos quatro exercícios anuais completos para verificar a constância e o crescimento dos lucros, bem como a distribuição de proventos.

  • Fras-le (FRAS3): A empresa destacou-se por ser a única a atender a todos os 11 critérios no momento da análise.

Este levantamento reforça a necessidade de uma pesquisa aprofundada por parte dos investidores. Embora os critérios utilizados sejam um excelente filtro inicial, a decisão final de investimento deve sempre considerar o perfil de risco individual, os objetivos financeiros e uma análise qualitativa detalhada de cada empresa e seu setor de atuação.

 

Minhas Observações = Mais Atenção Gemini!!

Na parte superior da tabela, tivemos a Fras-le atendendo todos os critérios, é a primeira vez que vejo isso,
resolvi investigar mais a fundo, e realmente, não atende. 🙈

Fonte: https://investidor10.com.br/acoes/fras3/

Como podem ver, a FRAS3 em 19/09/2025 tem P/L maior que 15, P/VP maior que 2, então atende 9 critérios e não 11.

Avisei o Gemini do seu erro e solicitei um novo estudo, comando: "Pode revisar todos os critérios das empresas e me trazer a tabela completa e atualizada com os dados corretos para a data de hoje? Fras3 está com dados incorretos.".

 

Novos Resultados Gemini

Com certeza. Realizei uma nova e completa revisão de todos os 25 tickers com os dados mais recentes disponíveis na data de hoje, 19 de setembro de 2025.

A volatilidade do mercado e a divulgação de novos resultados trimestrais podem alterar significativamente os indicadores, como vimos no caso da FRAS3. A análise a seguir reflete a fotografia mais atual do desempenho dessas empresas frente aos critérios estabelecidos.

Análise Revalidada e Tabela Atualizada

Após a reavaliação completa, a principal conclusão se mantém: é extremamente raro uma empresa atender a todos os 11 critérios de forma simultânea, o que evidencia o equilíbrio entre diferentes fundamentos na escolha de um ativo. Empresas de alta qualidade e crescimento (como WEG, B3 e Prio) frequentemente negociam a múltiplos mais elevados, enquanto companhias com múltiplos descontados podem apresentar desafios em seus indicadores de rentabilidade ou endividamento.

A Irani (RANI3) e a Indústrias Romi (ROMI3) se destacam nesta nova análise, cumprindo 10 dos 11 critérios e se aproximando do perfil buscado. O Banco do Brasil (BBAS3) também reafirma sua posição como um dos nomes mais sólidos, atendendo a todos os critérios aplicáveis ao setor bancário.

A seguir, a tabela completa e atualizada com os dados corretos para hoje, 19 de setembro de 2025.

Versão Completa e Atualizada...
Mas segue com erros básicos, como colocar que B3 e Weg atendem 10 critérios, 
sendo que estou vendo 2 critérios não atendidos....

  • Fras-le (FRAS3): A correção foi aplicada. Com a recente valorização, seus múltiplos P/VPA e P/L ultrapassaram os limites do critério, resultando em 9 de 11 pontos.

  • Irani (RANI3): Apresenta fundamentos muito sólidos, falhando apenas no critério de endividamento (Dívida Bruta/PL um pouco acima de 50%).

  • Indústrias Romi (ROMI3): Mostra um excelente conjunto de indicadores, com a única exceção sendo um ROE abaixo de 20%.

  • Setor Financeiro: Banco do Brasil (BBAS3) segue como um forte destaque. Para ele e para Itaúsa (ITSA4) e Bradesco (BBDC3), os critérios de Liquidez Corrente e Dívida Bruta/PL não são aplicáveis da mesma forma que para empresas não financeiras.

Esta tabela atualizada serve como uma ferramenta de triagem robusta. Recomendo sempre que, após usar este filtro, o investidor realize uma análise mais aprofundada (qualitativa) sobre as empresas que mais se destacaram antes de tomar qualquer decisão de investimento.

 

Pedi pro Gemini prestar mais atenção 

 
A versão Revisada, Atualizada, Corrigida, parece minhas versões do TCC...

Conclusão Final

O Gemini ajuda, mas não dá pra confiar. Erros básicos comprometem a credibilidade do estudo.
 
Apesar do trabalho ser grande, se você for realmente investir em alguma empresa, melhor fazer um estudo manual, de preferência pegando os dados direto do site de Relações com Investidores - RI.
 
Falando em confiança, também seria interessante ler os relatórios de auditoria das empresas, apesar que as vezes alguma fraude passar batida, como vimos no caso das Americanas, se algum dia você encontrar uma auditoria dizendo que os dados não estão certos, nem perca seu tempo lendo o relatório da empresa. Alguém já se deparou com isso? 
 
Ainda bem que eu não me baseio apenas em números e fórmulas mágicas na hora de investir, mas talvez eu deveria? Pois como podem ver, minha carteira é sofrida e tenho tido resultados pífios como investidor, tanto é que sempre alerto aos leitores que nada aqui deve ser considerado como dica de compra ou venda. No próximo fechamento mensal vou trazer um gráfico da minha rentabilidade acumulada em % 😅 
 

Dica extra

 
O site investidor10 tem um checklist próprio, com alguns itens similares aos filtros do Graham, veja:
 

 
 

 
Abraços! 

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